Procurar em LuizMeira.com

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Trigo Transgênico

Cada vez mais tenho observado reações intestinais e alérgicas exuberantes com o uso do que chamam Trigo, incluindo o integral.
Atribuía à hibridização com o Centeio praticada há séculos. Agora com a possibilidade da transgenia fica mais fácil entender tamanha agressividade clínica.
Com esta notícia ratifico a postura que tenho assumido desde 2010: Trigo é espécie extinta, sendo necessário sua EXCLUSÃO do cardápio daqueles que desejam promover ou recuperar a saúde.

Vejo repetir a mesma situação da soja em 1996: somente depois de constatar alergias severas em lactentes de mães que utilizavam soja é que ficamos sabendo que a soja transgênica da Argentina estava sendo contrabandeada ao Brasil.
Tenho constatado reações exuberantes ao que chamam de Trigo desde o ano 2000, e obtido melhora clínica após exclusão principalmente nas situações autoimunes.
Mantenho um Blog sobre o assunto para quem desejar maiores detalhes: http://triticaleautoimune.blogspot.com.br/

somente lavar os utensílios

  • Oi carissimo, saudades!

  • Estou na patagonia dando cursos de domes e zomes, e queria compartilhar contigo um resultado fantástico que obtive com a alergia ao trigo, comecei a fazer autohemoterapia em novembro (10ml a cada 7 dias) e a alergia praticamente desapareceu, entre outras melhoras substanciais. Agora reduzi para 5ml e em breve vou dar uma pausa. Sigo com a alimentação de sempre e cada dia com mais energia e vitalidade. Beijos


  • De sempre me refiro a frutas, sementes, leguminosas, algas e arroz...

  • Luiz Meira
    Luiz Meira

    querida, Que bom receber sua mensagem! Ainda mais com boas notícias de maior vitalidade e fazendo arte.

    Quanto a autohemo é uma panacéia que age através da imunidade, mas não aborda a causa e a médio e longo prazo mostra-se insuficiente para controlar as disfunções orgânicas que aparecem como resultado de alergia crônica.

    É preciso estar consciente que a causa da alergia são os produtos incoerentes que ingerimos (no caso do vulgo trigo - ainda que orgânico - se oferecermos aos pardais ou aos peixes eles ficam doentes).

    A evolução da distribuição dos transgen e hibridos interespécies está causando morbidade muito maior do que imaginado.

    Previa que levaria 30 anos para que a consciência sobre o assunto fosse popular. Passaram-se 20 anos e o que estou vendo é que apesar da consciência progressiva na elite alfabeta funcional é irrisório aqueles que estão conseguindo cuidar-se.

    Digo isso para que mantenha o esforço em esquivar-se destas flechas incendiárias e assim podermos regozijarmos com muita arte por vir.

    Grande Beijo, boas venturas!

  • Oi carissimoooo, pois, sem dúvida alguma! concordo 100% minha dificuldade estava sendo a contaminação involuntária, pois ainda evitando comer qualquer coisa com trigo percebi que manusear e até mesmo comer algo que esteve em cima de uma tábua de madeira onde cortaram pão anteriormente me rendia três dias de intestino solto, queda de cabelo, falta de energia e barriga inchada. com a hemoterapia a sensibilidade diminuiu, e obviamente passo longe dessa coisa que chamam trigo mas já não sofro em viagens e comendo fora de casa com contato involuntário, e notei benefícios em outras coisas, obviamente pelo boost no sistema imunológico.


  • um dia na trabalhando tive de montar alguns tostex, e mesmo usando luva de plástico em alguns momentos toquei, lavei talheres e pratos, enfim, depois de uma tarde acabei por ficar de cama um dia inteiro e perdi mais de um kilo em 3 dias...

    me sinto tão bem sem essa coisa formadora de muco asquerosa que nada neste mundo me faz ter vontade de comer pão ou similar. só de pensar me dá nojo... kkkkk prefiro viver de luz! kkkkk

  • Luiz Meira
    Luiz Meira

    Rsrsrsrs, sim a luz eleva e transcende.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Macarrao


"Excelente opção, sem trigo e fica uma delicia, igualzinho a macarrao
normal".

As criancas nem perceberam a diferença.
Custa pouco mais de um real no Guanabara. Bj,
Carol

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Trigo contaminado por transgênicos leva Japão a suspender importações dos EUA

 Cada vez mais tenho observado reações intestinais e alérgicas exuberantes com o uso do que chamam Trigo, incluindo o integral. 
Atribuía à hibridização com o Centeio praticada há séculos. Agora com a possibilidade da transgenia fica mais fácil entender tamanha agressividade clínica.
Com esta notícia ratifico a postura que tenho assumido desde 2010: Trigo é espécie extinta, sendo necessário sua EXCLUSÃO do cardápio daqueles que desejam promover ou recuperar a saúde.

Vejo repetir a mesma situação da soja em 1996: somente depois de constatar alergias severas em lactentes de mães que utilizavam soja é que ficamos sabendo que a soja transgênica da Argentina estava sendo contrabandeada ao Brasil.
Tenho constatado reações exuberantes ao que chamam de Trigo desde o ano 2000, e obtido melhora clínica após exclusão principalmente nas situações autoimunes.
Luiz Meira

 
Car@s Amig@s,
 
O trigo transgênico não é autorizado para plantio comercial ou para o consumo em nenhum país do mundo. Em 2002 a Monsanto solicitou às autoridades regulatórias dos EUA e do Canadá a liberação do produto, mas foi tão grande a rejeição, tanto de consumidores como de produtores do cereal, que a empresa acabou por desistir do pedido em 2004. Teve muito peso, à época, a pressão exercida pelos grandes produtores de trigo, que temiam perder os mercados de exportação para a Europa e a Ásia.
 
O temor não era sem sentido. Nesta segunda-feira (03/06) o Japão informou que irá suspender as importações de trigo dos EUA enquanto a Monsantoinvestiga o caso de contaminação de trigo pela variedade geneticamente modificada em uma plantação no estado de Oregon.
 
O anúncio foi feito logo depois que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou sobre a contaminação. O Japão não só proibiu novas importações de trigo dos EUA, como suspendeu a entrega de vários carregamentos adquiridos anteriormente. O Japão é o segundo maior comprador de trigo norte-americano, perdendo apenas para o México. O site da revista Globo Rural informou que, "segundo informações da Dow Jones, uma autoridade do governo japonês revelou que o trigo recém-chegado nos portos ficará sob custódia. O país não tem com verificar a transgenia do grão e pediu aos Estados Unidos para desenvolver um teste, acrescentou a autoridade."

Ainda não se sabe como o trigo transgênico contaminou a plantação norte-americana.

A Monsanto publicou uma
nota à imprensa em seu site, minimizando a gravidade da contaminação, baseando-se sobretudo no argumento do "histórico de uso seguro" da tecnologia Roundup Ready (RR), que confere às lavouras geneticamente modificadas a tolerância à aplicação do herbicida Roundup (a base de glifosato).
 
Essa tecnologia é autorizada em alguns países nas culturas de milho e soja e tem sido responsável pelo enorme aumento no uso de agrotóxicos nas lavouras. Nos primeiros anos, cresce exponencialmente a utilização do próprio Roundup. Naturalmente, o mato que deveria ser controlado com a aplicação do veneno começa a desenvolver resistência, e então os agricultores são levados a introduzir nos sistemas outros agrotóxicos ainda mais nocivos que o próprio Roundup (só no Brasil já foram identificadas pelo menos cinco espécies de plantas invasoras que desenvolveram resistência ao glifosato nas lavouras RR).
 
Os danos ambientais e econômicos desse processo no longo prazo são evidentes. Não bastassem eles, são cada vez mais numerosas as evidências científicas de que as próprias plantas transgênicas representam riscos para a saúde de quem as consome. O exemplo recente mais notório foi a pesquisa realizada na França que verificou o surgimento de tumores em ratos alimentados com o milho transgênico NK 603, tolerante ao Roundup.

Mas a grande questão que esse novo caso de Oregon levanta diz respeito à própria contaminação: ele prova, mais uma vez, que não é possível impedir a contaminação genética oriunda das lavouras transgênicas. Seja através da deriva do pólen, seja através de máquinas, equipamentos de transporte ou estruturas de armazenamento, lavouras convencionais ou mesmo orgânicas acabam, cedo ou tarde, sendo contaminadas por suas similares transgênicas, normalmente provocando grandes prejuízos àqueles que optaram por não plantar as sementes geneticamente modificadas.
 
Diversos casos na história comprovam a impossibilidade de coexistência pacífica entre os sistemas de produção transgênicos com os convencionais ou orgânicos, mesmo quando a variedade transgênica estava confinada em campos experimentais controlados. Um caso notório nesse sentido foi o do arroz Liberty Link, tolerante ao herbicida glufosinato de amônio, que não era autorizado comercialmente e em 2006 contaminou cerca de 30% da colheita dos EUA, gerando quebra de exportações, prejuízos milionários e indenizações também milionárias da empresa a agricultores prejudicados.
 
Em outros casos, a contaminação por transgênicos acabou abrindo as portas para a sua legalização. Foi assim com a soja RR no Brasil, que no final dos anos 1990 foi tomando os campos do sul do país clandestinamente. Em 2005 o governo federal autorizou o cultivo comercial do grão com o argumento de que a sua utilização na agricultura já era um "fato consumado", dispensando os estudos de impacto ambiental e de riscos à saúde. Daí em diante, a porteira para os transgênicos se abriu de vez.
 
Não é demais observar que em 2009 a Monsanto retomou suas pesquisas sobre trigo transgênico RR e, atualmente, empreende novos esforços buscando criar um clima mais favorável à liberação do produto. O foco agora para introdução e difusão do cereal é a Austrália. O Escritório do Órgão Regulador de Tecnologia Genética (OGTR, na sigla em inglês) já concedeu licença para a implantação de campos experimentais com trigo transgênico em cinco estados, com o objetivo de autorizar a comercialização no país em 2015.
 
Com informações de:
 
 
 
No Appetite for Australian GM wheat - Safe Food Foundation, abril/2013.
    
Campanha Brasil Ecológico, Livre de Transgênicos e Agrotóxicos
 
Este Boletim é produzido pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e é de livre reprodução e circulação, desde que citada a AS-PTA como fonte.
 
Para os números anteriores do Boletim, clique em: http://aspta.org.br
 
Participe! Indique este Boletim para um amigo e nos envie suas sugestões de notícias, eventos e fontes de informação.
 
Para receber semanalmente o Boletim, escreva para boletim@aspta.org.br
 
AS-PTA: Tel.: (21) 2253 8317 :: Fax (21) 2233 8363
 
Mais sobre a AS-PTA:
facebook: As-pta Agroecologia

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Pão sem trigo


Consegui este aqui.
Dá uma olhada.
Parece adequado.

 Sim está beleza!
Abraços

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

sangue na farinha

Em 21 de dezembro de 2011 22:08, Ismael escreveu:
 
Boa noite amigo
 
recentimente fui informado que na tradicional massa de milho tb se encontra sangue suino comom fonte de ferro. 
vc poderia pesquisa se isso e verdade? desde ja muito obrigado.
 Date/Time: 2011-12-21 16:08:39 
Referrer: http://luizmeira.com/suinos.htm

Olá Ismael,
Gostei do "tb", pois um agravante atual do milho é a transgenia induzindo autoimunidade (alergias), mais comum na forma de óleo, maizena, fubá e farinha, no entanto, os grãos na espiga ou não tb são transgênicos.

A contaminação com sangue é assunto antigo, insumo tradicional para ração animal, entrando como fonte de ferro, proteínas, minerais... na forma de farinha de sangue.


Quanto ao uso para humanos nunca consegui verificar pois a anvisa mede a quantidade de ferro na farinha mas a procedência é ignorada.

Agora, um setênio após a introdução de possíveis elementos imunes nas farinhas temos uma efusão de colites diversificadas muitas evoluindo para degenerações disfuncionais ou neoplásicas.

Abordei esta questão somente com o Trigo na época pois esperava que o PT não deixaria o milho transgênico se alastrar... muito menos esperaria que o feijão transgênico poderia ser construindo e disponibilizado por uma empresa estatal brasileira durante o mandato do PT...

A situação atual está muuuuito pior do que vc está tentando ver... o alastramento das incapacidades está mostrando isso.

mesmo alguns produtos orgânicos modificados geneticamente estão induzindo alergias.

A partir de 2011 considero o Trigo extinto, dentre uns 4 anos aqui no Brasil talvez o Milho orgânico íntegro geneticamente será inviável.

Ainda quanto a contaminação de farinhas é importante lembrar que outros tipos de farinhas tb podem conter contaminações.... melhor seria fazer como os alemães e alguns vizinhos que utilizam moinho de pedra doméstico, comprando o grão íntegro no mercado e fugindo das contaminações industriais.

Luiz Meira